segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Como escolher um software para DJ?

Muita gente têm a certeza que o seu futuro como DJ está totalmente ligado ao uso de um computador como sendo o centro nervoso do seu setup do dia a dia, inclusive têm muito claro as especificações técnicas que um computador para tal uso deve possuir. Mas o software a ser empregado é a grande dúvida para muitos. Existe o melhor software? Deve-se escolher um software de acordo com alguma característica determinada que irá facilitar o trabalho? Deve-se escolher um software que se adapte melhor à forma de trabalhar? Deve-se escolher um software pelo seu preço? Pode-se testar antes de comprar?

Tentarei fazer uma apresentação resumida dos diferentes programas, mostrando seus pontos fortes e fracos. Mostrarei um pequeno teste comparativo de áudio, e darei alguns conselhos para ajudá-lo em sua escolha. Os softwares testados são: Traktor, Virtual DJ, Serato DJ, Cross, Deckadance e Djay.

Traktor

Devido a estar muito tempo no mercado, à uma implementação inteligente de funções, um bom marketing, à associação pontual com alguns fabricantes de hardware e à acertada introdução de um hardware próprio, o Traktor se converteu em uma marca de elevadíssima popularidade entre profissionais, aficcionados e pessoas que apenas gostam da música feita para dançar. O Traktor permite o trabalho com até quatro decks, que podem ser reprodutores normais ou samplers de loops conhecidos como Remix Decks, que têm a capacidade de disparar até 64 samples, reproduzindo simultaneamente 4 deles. O Traktor é compatível com todo tipo de controlador MIDI e com controladores de fabricação própria em empregam tanto MIDI como o protocolo proprietário NHL, seu sistema de mapeamento é um dos mais completos e são muito simples de aprender e operar. Também permite a possibilidade do controle por vinil caso se disponha de uma licença da versão Scratch Pro e uma interface certificada.
A NI se preocupou muito em dotar o Traktor com a maioria das tecnologias e ajudas digitais que um DJ pode precisar, como detecção de tempo (andamento), boa representação da forma de onda, beatgrids para sincronismo ou detecção de tonalidade para mixagem harmônica.

Pontos fortes do Traktor:
- Versão Pro com bom preço: 79€, além da Native Istruments periodicamente lançar promoções temporárias. Os controladores S4, S2 têm licença gratuita. As interfaces A6 e A10, juntamente com o mixer/controlador Z2 possuem licença Scratch Pro. O restante dos produtos em hardware da marca costumam ter descontos para a compra de licença.
- Excelente sistema de sincronismo automático muito bem aceito pelos DJs iniciantes.
- Os Remix Decks, sampler que incorpora o software, permitem um trabalho muito criativo ao DJ e têm servido para que se comercializem packs de samples e loops para DJs neste formato, assim como canções fragmentadas em partes elementares (podem ser comprados no Beatport) para poder ser remixadas em modo direto.
- Bons efeitos. Não poderíamos esperar menos do que isso, já que a Native Instruments tem muita experiência no desenvolvimento de plug-ins de efeitos.
- A versão para iPad do Traktor, conhecida como Traktor DJ, é excelente para realizar testes em mobilidade e para preparação de trilhas graças ao seu sincronismo com a versão Pro de computador, além de ser compatível com alguns dos controladores em hardware.

Pontos fracos do Traktor:
- Não oferece opção de trabalhar com vídeo e não me parece a Native Instruments irá dotar o Traktor com esse tipo de função em breve.
- Para poder trabalhar com vinil com código de tempo é necessário uma interface ou um mixer/interface certificado pela Native Instruments. Esta limitação incomoda muitos usuários, além de que atualmente já não aparecerem produtos certificados pela Native Instruments que não sejam dela própria.
- As novas versões dos controladores S2 e S4 têm recebido críticas dos usuários referentes à pouca ou nenhuma inovação quando comparadas com os controladores de outros fabricantes.
- Percebo que as últimas versões do Traktor Pro necessitam computadores mais potentes para funcionar de forma fluída quando realmente não parece que seus avanços requeiram realmente tanta potência de processamento.
- Até agora parece que muitos poucos fabricantes de hardware para DJs tenham interesse em lançar controladores especialmente desenvolvidos para o Traktor, talvez porque a própria Native Instruments faça seus próprios hardwares. Tudo isso limita de certo modo as opções dos usuários.

Virtual DJ

O Virtual DJ traz consigo a fama de não ser um software profissional, uma fama não merecida, talvez atribuída pelo fato de que em muitos países este programa tenha sido muito pirateado, e sendo assim, os DJs amadores o utilizarem em suas festas de amigos. O Virtual DJ é um programa realmente completo com características em sua versão “Pro Full” que outros programas não tem, como suporte ao protocolo Rewire que permite trabalhar de maneira simples com o Ableton Live ou com o  Reason, ou poder dispor de todos os decks que o usuário necessite. Também permite trabalhar com video e controlar a reprodução com vinil timecode, além de ser compatível de série com uma enorme quantidade de controladores MIDI.
Conta também com as clássicas funções de qualquer software atual, loops automáticos, sincronismo automático, detecção de tonalidade, cues... Nos últimos anos parece que sua popularidade vem melhorando, graças a muitos controladores trazerem uma versão light do Virtual DJ e porque já a algum tempo se anunciar uma nova versão 8 carregada de melhorias, à cargo da Adion, um desenvolvedor independente que se tornou muito popular por criar o DJDecks. No entanto, essa versão nunca é lançada.


Pontos fortes do Virtual DJ:
- Muito simples e intuitivo para os iniciantes.
- Seus requerimentos de sistema não são tão elevados como em outros programas, além de manter a compatibilidade com sistemas operacionais antigos (Windows XP, OSX 10.5).
- Muito aberto, compatível de série com muitos controladores, além de usar qualquer interface de áudio para trabalhar com timecode. É o único programa de DJs que realmente incorpora Rewire.
- Seu sistema de peles (skins) permite adaptar a interface aos gostos pessoais de cada usuário. É uma qualidade única.
- A incorporação nas últimas versões do sistema multi-deck foi revolucionária. Permite que o usuário opere até 99 decks virtuais.
Pontos fracos do Virtual DJ:
- Muito caro, a versão completa custa 241€ em versão downoad, e 265€ na caixa.
- Seu sistema de mapeamento, ainda que seja bastante potente, é muito complexo de ser entendido e de utilizar, o que dificulta seu uso pelos usuários iniciantes.
- Seu sampler e seus efeitos são pobres.
- A representação da forma de onda não é das melhores.

Cross

A Mixvibes é outra dessas empresas que passou anos desenvolvendo programas e que apesar de fazer coisas boas, somente agora alcança um pouco de popularidade, entre outras razões porque a Pioneer a escolheu para desenvolver o Rekordbox, o programa com o qual se prepara a música para sua gama de reprodutores digitais.
Seu produto atual para DJs é o Cross, e simplesmente permite fazer tudo: ser operado com um controlador, um sistema de mapeamento fácil de entender, trabalhar com vinil de código de tempo, existe opção de vídeo (adquirido em separado), os reprodutores Pioneer se integram muito bem graças ao suporte total do protocolo HID, dispõe de um sampler com muitas opções, possui funções para realizar uma mixagem harmônica com êxito... O que falta então? Talvez um marketing melhor. Em suma, o Cross possui características e rendimento suficiente para encarar os programas mais populares como o Traktor e sair em vantagem.
Pontos fortes do Cross:
- Bom preço: 140€ software completo com capacidade para timecode e o plugin para trabalhar com vídeo. Além do serviço pós-venda ser muito decente. Se você quer apenas trabalhar com áudio em um computador, você pode usar a versão Cross DJ, por apenas 45€.
- Capaz de se sincronizar automaticamente com o Rekordbox, permitindo ser usado nos reprodutores da Pioneer na mesma biblioteca musical com a qual se trabalha com o Cross, compartilhando todos os metadados, cues, resultados de análise…
- Muito aberto, suporta qualquer controlador MIDI via mapeamento, o timecode funciona com qualquer interface, integração dos reprodutores Pioneer usando HID.
- Adapta elementos do fluxo de trabalho do equipamento Pioneer, inclusive copia efeitos.
- Seu pitchlock é considerado como um dos melhores do mercado.
Pontos fracos do Cross:
- Interface pobre, representação da forma de onda também pobre.
- Seu sistema de mapeamento é decente, mas é muito complicado mapear a iluminação dos controladores.
- Os controladores hardware fabricados pela própria Mixvibes para o Cross não são tão bons e não se destacam em nenhum aspecto.
- Apesar de contar com aplicações “irmãs” para iOS e Android, estas não podem ser sincronizadas de nenhuma forma com a versão para computador.

Serato DJ

O Serato evoluiu muito com o passar dos anos. Primeiro se irmanou durante muito tempo com o fabricante de hardware Rane para desenvolver o Scratch Live e oferecer um dos melhores sistemas de timecode jamais visto, mas totalmente atrelado ao hardware da Rane para poder funcionar. Posteriormente desenvolveram o Itch, projetado para controladores e capaz de transladar a qualidade do Scratch Live para um controlador, mas novamente atrelado a um conjunto de hardware/software inseparável. Agora ambas coisas estão somadas no Serato DJ, capaz de funcionar com controladores, interfaces e mixers digitais, igualmente atrelado ao hardware, só que agora existe bastante mais hardware para escolher, e todo o hardware funciona com o mesmo software.
O Serato alcançou grande popularidade em seus produtos devido à sua estabilidade, seu scratch de altíssima qualidade e sua representação detalhada e colorida da forma de onda, e o Serato DJ herdou tudo isso. A versão atual incorpora efeitos desenvolvidos pela iZotope, capacidade para reproduzir 4 decks, permite usar hardware controlador complementar através de um cômodo sistema de mapeamento, sampler com funções avançadas de reprodução, grava as sessões e incorpora as ajudas digitais tradicionais como loops automáticos, cues ou sincronismo automático com beatgrids.

Pontos fortes do Serato DJ:
- Provavelmente o melhor scratch digital do mercado, tanto com timecode como usando controlador (o último é quase uma proeza). Sua representação de forma de onda é excelente, a melhor de todos os programas.
- Os usuários do Serato DJ tem acesso gratuito à Whitelabel.net , uma promo pool gerenciada pela Serato com lançamentos musicais de diversos gêneros.
- Sistema de gerenciamento de biblioteca simples e muito efetivo. Excelente integração com o iTunes.
- Sistema de mapeamento para controladores auxiliares muito simples de usar.
- Controlável pelo Remote, excelente programa que converte o iPad em um controlador auxiliar.
Pontos fracos do Serato DJ:
- A licença é gratuita somente com o hardware certificado mais caro. Os controladores certificados mais baratos devem comprar a licença por 129$, o plug-in de vídeo 149$, ainda que se possa comprar ambas com preço especial de 199$. Inclusive pagando a licença, sempre o software estará atrelado ao hardware certificado.
- Não conta com funções de detecção de tonalidade, nem relacionadas com mixagem harmônica.
- Seu pitchlock é muito criticado, considerado por muitos como o de pior sonoridade de todo o mercado.
- As últimas versões tem alguns problemas de estabilidade não antes vistos na marca, devido, ao que parece, à integração de todo o hardware certificado em um só programa.
- A Serato, apesar de seu sucesso, é uma empresa pequena, e a implementação de novas características e resolução nas novas versões sempre é lenta.

Deckadance

Deckadance é um produto da Image Line, desenvolvedores do software de produção musical Fruity Loops. O desenvolvimento da primeira versão foi liderado por Arguru, programador espanhol muito popular devido aos sintetizadores virtuais criados por ele sob a marca Disco DSP, tristemente desaparecido. A primeira versão apesar de ser um programa muito aceitável para ser um recém-chegado ao mercado de software para DJs, recebeu críticas pela sua interface futurista e por empregar somente dois decks.
A versão 2 do Deckadance melhorou em muito a interface, convertendo cada reprodutor em uma área com ferramentas visíveis ao gosto do usuário e com um aspecto geral muito mais elegante e funcional, e permite finalmente empregar 4 decks. É compatível com qualquer controlador MIDI graças à um sistema de mapeamento bem efetivo, suporta timecode com a versão DVS (paga) e pode empregar para isso qualquer marca de vinil em modo relativo e os da MsPinky em modo absoluto.
Incorpora um sampler simples, porém útil e a ferramenta de remixagem em modo direto Grossbeat (a mesma do Fruity Loops) que permite programar combinações de saltos no timbre na timeline da canção e scratches. Também é possível programas combinações de controles chamadas Smartknobs.
Pontos fortes do Deckadance
- Bom preço: 57€ a versão normal e 109€ a versão com suporte a DVS.
- Ideal para fanáticos do controllerism, graças ao Grossbeat e aos Smartknobs podemos programar autênticas loucuras e mapeá-las à qualquer controlador.
- Permite carregar efeitos VST. Também permite aplicar efeitos somente em uma determinada faixa de frequências.
- Interface personalizável de acordo com o tipo de ferramentas que o usuário mais gosta de utilizar.
Pontos fracos do Deckadance
- Alguns de seus efeitos são muito simples.
- O sampler não possui seu próprio canal no mixer, e o mixer não possui indicador algum na seção de medição.
- Apesar de algumas marcas começarem a fornecê-lo com seu hardware, por enquanto tem uma baixa implementação e isso dificulta que tenha uma comunidade ativa de usuários compartilhando dicas e truques, soluções de problemas e etc.

Djay

O Djay pode ser considerado como um recém-chegado ao mercado de software para DJs, em versão exclusiva para Mac chegou ao mercado em 2007, e desde essa época não parou de ter sua popularidade aumentada. Os fatores de seu êxito tem sido a sua atrativa interface fotorrealista, que emula um mixer e dois pratos giratórios, a simplicidade de uso, a integração total de sua biblioteca com o iTunes, ou melhor dizendo, que emprega exclusivamente a biblioteca iTunes e um preço bem baixo, em torno de 18€. Esses fatores fizeram com que o Djay seja muito utilizado por DJs iniciantes, ou DJs ocasionais, ainda que suas funções possam ser muito bem utilizadas por profissionais. Possui funções surpreendentes como detecção de tonalidade e alteração de tonalidade para realizar mixagens harmônicas, e uma função de mixagem automática muito funcional. Traz consigo um sampler básico e permite gravar as sessões. Além disso, funciona em uma latência muito baixa, oferece uma resposta muito boa quando empregado com um controlador MIDI.
Pontos fortes do Djay
- Preço baixíssimo: 18€.
- Muito simples de usar, o que o torna perfeito para iniciantes.
- Os cues podem ser sincronizados com a versão para iPad.
- Excelentes funções para mixagens harmônicas.
- Suporta de forma nativa 40 controladores diferentes.
Pontos fracos do Djay
- Não tem suporte para DVS
- Orientado totalmente ao uso com controlador e à mixagem interna.
- Muito limitado quanto aos cues e looping. Sistema de sincronismo não tão avançado como o de outros programas.
- Ao depender da biblioteca iTunes, é no iTunes onde realmente se deve gerenciar a biblioteca musical, o que impede a criação ou modificação de playlists no próprio Djay.
- Vista de forma de onda muito simples.

Teste Sonoro

No link logo abaixo podemos ouvir um teste comparativo das sonoridades de cada programa. A ideia do teste é que possamos comparar a qualidade do pitchlock de cada programa, e as diferenças entre o sinal interno que geram um e outro. Em todos os programas foi configurado ganho igual a zero, fader de volume no máximo, e nenhum tipo de filtro ou efeito foi utilizado. Volume Master em 0.
Uma função muito valorizada entre os DJs profissionais é a função pitchlock, que recebe nomes diferentes dependendo do programa e do desenvolvedor (master tempo, tone lock, keylock...) e que uma vez ativada permite modificar o andamento da canção sem que sua tonalidade seja alterada. Os que trabalham com DAWs conhecem essa função como timestretch, e os algoritmos em tempo real que realizam esta função são realmente muito importantes, já que é deles que depende a qualidade de áudio resultante. Alguns programas empregam algoritmos desenvolvidos pela Zplane, enquanto que outros empregam algoritmos de criação própria. A seguir temos uma série de exemplos de áudio em que se acelerou 10% e se desacelerou em -10% a velocidade de uma mesma música em todos os programas com pitchlock ativado. O primeiro exemplo é a música original sem nenhuma alteração.
Observe que de acordo com o programa utilizado existem maiores ou menores perdas do nível de sinal, assim como diversas alterações na qualidade geral. Existem diferenças sutis e outras muito evidentes.
A música utilizada no teste é “Ladies” do produtor DJ de Valencia, Espanha, Sito Rueda, autor de sucessos como “Chiki Chika” ou “Arriba las manos”.


https://soundcloud.com/teotormo/test-pitchlock-djay/related

Casos práticos

A seguir apresento alguns exemplos de perfis típicos de usuários de software para DJs, com uma simples explicação de qual programa seria melhor utilizar.
- Quero aprender um pouco e começar a trabalhar aos poucos… começando em festas com amigos, já que não tenho claro se é realmente a isso que devo me dedicar.
Neste caso não gaste muito, já que ser DJ pode ser uma vontade passageira. Caso possua um Mac tente o Djay, é barato, ou teste a versão exclusiva para controladores da Cross, chamada Cross DJ.
- Sou um fanático do controllerism, fico alucinado com os vídeos que existem na internet com DJs fazendo coisas incríveis com controladores de 4 decks.
Provavelmente as soluções melhores sejam o Traktor ou o Deckadance. O Traktor é muito flexível no que diz respeito à controladores, permite mapear de forma muito eficiente qualquer coisa, além do fato de que os controladores da Native Instruments se integrarem maravilhosamente bem no software, tanto quando empregamos sua configuração de série como quando desejamos alterá-la totalmente. O Deckadance, por sua vez, oferece maravilhas para os fanáticos do controllerism graças aos Smartknobs e ao Grossbeat, mesmo que sua curva de aprendizagem seja um pouco mais difícil de superar caso você esteja inciando.
- Sou um DJ clássico que gosta de trabalhar com dois pratos e vinil. Quero realizar a transição ao computador sem ter que aprender muitas coisas novas e mantendo a técnica de remix que já conheço.
Aqui as opções clássicas são o Traktor e o Serato. Tanto em um como em outro devemos comprar o hardware certificado, e no caso do Serato o hardware certificado sai muito caro. Devemos considerar também que o Serato DJ por enquanto suporta somente DVS usando os mixers Rane 64 e Pioneer DJM909SRT, os outros hardwares certificados de Scratch Live não são compatíveis oficialmente com o Serato DJ, pelo menos até agora. Também é certo que o Serato resulta mais direto por sua simplicidade, e muitos DJs clássicos preferem ele.
- Quero trabalhar com vinils timecode, mas também quero poder usar meus controladores auxiliares, ou trabalhar somente com um controlador caso não possa dispor de pratos.
O Traktor é seguramente a melhor opção. Se por exemplo você adquirir a interface Audio A6 com a licença do Traktor Scratch Pro, você terá uma interface decente sem gastar muito, suporte para timecode, e um software que funciona com qualquer coisa.
- Quero trabalhar com controlador e que seja fácil conectar o controlador sem ter que configurar nada.
O Serato DJ é a primeira opção, os controladores certificados são mapeados de fábrica de forma bastante eficaz pela Serato, buscando sempre a melhor resposta dos controles. Basta ligar e pronto!
- Trabalho normalmente em lugares com instalações fixas de equipamento Pioneer, preciso de algo para preparar em casa e depois usar em um setup Pioneer.
A escolha é o Cross. Sua compatibilidade com o Rekordbox é a chave do sucesso, já que toda a música e playlists que for preparada e testada no Cross pode ser exportada para o Rekordbox sem problemas e assim ser empregada com qualquer equipamento Pioneer. Além de alguns elementos da Cross terem sido copiados no equipamento Pioneer.







2 comentários:

  1. Olha so não concordei em dizer que o traktor não aceita qualquer placa de audio, a não ser as certificadas... hj uso traktor scratch pro na ultima versão, uso uma simples hercules RMX e cujas entradas ligadas nos timecodes, tanto em vinyl qualquer em CDJ ou pelo simples programa TONETABLE para ipads, e rodo tudo normal.. o traktor ele não reconhece placas de audio de entrada simples, 2 canais, ou seja, nesse caso vc so tera uma entrada, mas no mac osx, com o recurso de somar placas, vc pode muito bem comprar qualquer plaquinha de audio e somar com outra que ira reconhecer normalmente.;.. digo pq ja fiz e funcionou... no windows ate com a placa serato SL-2 funciona, apeas que não uso windows a muito tempo.
    bem é isso... realmente não gosto muito do serato, acho muito limitado e o traktor muito muito poderoso.

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    1. Valeu, DJ Karlo Eduardo. Obrigado por suas considerações, e dicas. Sempre serão bem-vindas.

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